e-revista Brasil Energia 486

14 Brasil Energia, nº 486, 19 de abril de 2024 petróleo Novas Fronteiras excelente continuidade das acumulações do pré-sal”. Ela ressalta também as oportunidades no extremo sul das águas ultraprofundas da Bacia de Pelotas, por conta do interesse crescente na porção uruguaia, “impulsionado pelas descobertas, em turbiditos do Cretáceo, na margem conjugada africana”. “Embora, até o momento e ao longo de toda a Bacia de Pelotas, descobertas não tenham sido realizadas, estudos de integração sísmica, estratigráfica e estrutural apontam para a existência de oportunidades análogas”, informa a EPE. A visão do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo e Gás (Ineep), no entanto, é que a baixa perspectiva de crescimento das reservas está diretamente relacionada à retração dos investimentos na exploração, nos últimos anos. “Não há como única alternativa a Margem Equatorial, uma região de alta sensibilidade ambiental. Falta atividade exploratória, por exemplo, em porções das bacias de Sergipe-Alagoas”, diz o coordenador-geral do instituto, Mahatma Ramos. Segundo ele, as empresas do porte da Petrobras têm investido mais em exploração do que a estatal, nos últimos anos, inclusive naqueles em que o barril de petróleo está valorizado. O número de poços exploratórios perfurados caiu drasticamente desde 2011, passando de 150 para 22, no ano passado, de acordo com a ANP. Considerando apenas as bacias de novas fronteiras, a queda foi de 26 para 12 no período, sendo que, em 2012, houve um pico de 37 poços exploratórios perfurados em áreas com essa característica. Os números só não são piores por conta dos esforços das petrolíferas que têm como foco o ambiente terrestre, com destaque para a Eneva, a única a explorar em nova fronteira, desde 2019. Your expert for mobile communication devices and solutions in explosion hazardous and industrial areas. WWW.ISAFE-MOBILE.COM ISM_MA0226_240311 5G Smartphone & Tablet

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