e-revista Brasil Energia 487

106 Brasil Energia, nº 487, 25 de junho de 2024 Especial FPSO Brazil Congress 2024 A redução das emissões gera um aumento de custo, assim como aconteceu no passado, com a SBM no campo de Tupi (Bacia de Santos). Isso não chega a inviabilizar novos projetos, de acordo com Alessandro Zunino, diretor Comercial para a América Latina da empresa. Ele avalia que a tendência é que os custos caiam aos poucos. Em contrapartida, ao se aproximar da descarbonização, as empresas podem conseguir melhores condições de financiamento. “E vamos pensar em deixar um mundo melhor para os nossos filhos e netos. Nem tudo se resume a custos”, disse o executivo à Brasil Energia, na FPSO Brazil Congress 2024. Para Zunino, a indústria não vai conseguir chegar a um cenário de total descarbonização. Ainda assim, em sua opinião, é preciso perseguir a meta da redução dos índices de CO2 e melhorar o impacto ambiental durante as operações. “Acho muito desafiador (alcançar a total descarbonização) e não sei se o custo vai valer à pena. Nada é impossível. Tem que ver se vale”, acrescentou o executivo. n Para a SBM, custo da descarbonização não inviabiliza projetos ALESSANDRO ZUNINO, diretor Comercial da América Latina da SBM Offshore, afirma que petroleiras e fornecedores caminham juntos para a descarbonização dos FPSOs ASSISTA a vídeo-entrevista “Acho muito desafiador alcançar total descarbonização e não sei se o custo vai valer à pena”.

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