e-revista Brasil Energia 488

40 Brasil Energia, nº 488, 20 de setembro de 2024 petróleo Instalado no Norte Fluminense, o Porto do Açu quer atrair a cadeia fornecedora para o seu entorno e avalia formar sociedades para executar serviços mais complexos de descomissionamento. A empresa possui contratos com a Petrobras para receber e pré-desmantelar três plataformas. A primeira delas, a P-33, está sendo preparada para seguir para o estaleiro Rio Grande (RS), numa data ainda não definida pela estatal. O passo seguinte da estratégia do Açu é encontrar quem esteja disposto a entrar em negócios que hoje, sozinho, não consegue assumir. Algumas conversas com empresas de grande porte, referências internacionais no mercado de descomissionamento, estão acontecendo. A tendência é formar parcerias com investidores experientes dos Estados Unidos e da Europa, além de companhias brasileiras que carregam na bagagem a participação em obras de construção de unidades produtoras de óleo e gás. “O contrato que a gente hoje executa é um primeiro passo num caminho que evolui para uma segunda fase de trabalhos mais elaborados, de remoção de equipamentos e limpezas mais complexas”, afirmou Vinicius Patel, diretor de Administração Portuária do Porto do Açu. A terceira etapa é a de corte de cascos e estruturas maiores, com investimentos e riscos mais elevados. “FizePorto do Açu conversa com parceiros para ser parte da cadeia produtiva Os modelos dos acordos estão sendo discutidos. O que a empresa quer é avançar sobre etapas do descomissionamento que ultrapassam sua capacidade atual e ser um catalisador da indústria. Chegada da P-33 ao porto: plataforma já está sendo prédesmantelada para seguir para o estaleiro Rio Grande (RS) Foto: Divulgação/Porto do Açu

RkJQdWJsaXNoZXIy NDExNzM=