e-revista Brasil Energia 488

Brasil Energia, nº 488, 20 de setembro de 2024 77 Conteúdo oferecido por: O primeiro a entrar em produção é o de Bacalhau, cujo carboon footprint será de 8 kg de CO2 por barril. Em entrevista à Brasil Energia, Tristão informou que a Equinor aguarda a chegada do FPSO ao Brasil e está progredindo com a campanha de perfuração e instalação de linhas submarinas. A previsão é de entrada em operação em 2025. O FPSO de Raia, segundo Tristão, vai ter pegada ainda menor, de 6 kg de CO2/ barril. O projeto prevê a instalação pioneira de uma planta de processamento de gás na plataforma, de onde serão escoados, já tratados, os 16 milhões de m3/dia de gás natural a serem produzidos no campo. O volume, equivalente a quase 15% da demanda de gás do Brasil, será escoado por um gasoduto a ser construído pela Equinor, ligando a plataforma ao Terminal de Cabiúnas, em Macaé. A previsão é de entrada em operação em 2028. “A Equinor tem a missão de ser líder na transição energética e o Brasil tem um potencial muito grande nessa nossa jornada”, disse Tristão, destacando o plano de investimento da empresa no Brasil, de US$ 26 bilhões até 2030. nicípios do estado. “Mesmo que não entrem diretamente na Petrobras, os alunos vão poder trabalhar numa empresa parceira, numa prestadora de serviço nossa e, com certeza, a indústria e a sociedade saem ganhando com esse programa”, comentou, lembrando que grupos minorizados serão priorizados. Eduarda reforça o compromisso com a diversidade, para ela não só uma questão de direitos humanos, mas uma estratégia empresarial, já que estudos comprovam que a diversidade gera mais criatividade e inovação. “Hoje a gente tem 17% de mulheres na nossa força de trabalho própria e queremos ampliar através das ações afirmativas que temos feito, com visitas nas escolas, trazendo meninas para conhecer nossas instalações, e programas de mentoria feminina”, completou. ROBERTA GODOY, vice-presidente de Soluções Energéticas da Energisa, destaca os projetos da marca (re) energisa, focadas na transição energética, no Espírito Santo. Entre eles, a comercialização de gás no mercado livre – a empresa está nos ajustes finais para oferecer essa solução – e planos de investir em biometano. “Seria excelente poder atender os nossos clientes, que hoje são clientes da ES Gás, também com biometano”. ASSISTA TAMBÉM

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