e-revista Brasil Energia 488

Brasil Energia, nº 488, 20 de setembro de 2024 79 Conteúdo oferecido por: rência de renda, e quando a gente transfere isso para veículos pesados, pode ter um ganho também para economia local.” A oferta do gás a um custo competitivo também está entre as demandas para o crescimento de mercados como o industrial, o veicular e de geração elétrica. “O gás natural é uma agenda de infraestrutura, pois permite o desenvolvimento, maior arrecadação de impostos e criação de novos postos de trabalho”, defende. Sobre a inclusão do gás no imposto seletivo, em tramitação no Congresso, Mendonça considera “contraditório com o que estamos buscando nessa agenda no Brasil, mas a gente tem essa pauta no Senado para trabalhar”. Com a terceira sonda própria em operação, uma delas em contrato de perfuração com a Seacrest no Espírito Santo, a Petrorecôncavo segue sua estratégia de alcançar suas metas de produção e ampliar a verticalização das atividades para o midstream. A entrada em operação da UTG São Roque em julho trouxe a expertise para que a empresa possa avançar para novas unidades de tratamento de gás. Uma das opções em estudo é a construção de uma nova UTG em Catu, já que a da Petrobras não vai atender ao aumento da produção previsto pelas operadoras independentes. “Nosso objetivo é continuar estudando essa opcionalidade, de ter uma planta própria. Ainda vamos tomar essa decisão de investimento, esperamos fazer isso ao longo de 2024, mas existe uma chance muito razoável de estendermos nossa atuação no midstream, porque é uma capPetrorecôncavo mira verticalização de olho em novas unidades de tratamento

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