Brasil Energia, nº 489, 29 de novembro de 2024 131 Conteúdo oferecido por: A PPSA pretende realizar o seu primeiro leilão de gás natural no segundo semestre de 2025, informou a presidente interina e diretora técnica da PPSA, Tabita Loureiro. A executiva afirmou que a empresa está “se debruçando” sobre o assunto e ainda não definiu como será o processo. “Estou estudando contrato de Sistema Integrado de Escoamento (SIE) e do Sistema Integrado de Processamento (SIP) para ver o que é melhor para a União. Pode ser que, no segundo semestre de 2025, se tudo der certo, realizaremos nosso leilão”, disse Loureiro. Segundo Tabita, o certame depende do cronograma de negociação. “O que vamos vender em 2025 pode ser só a produção do ano seguinte, de 2026. Mas também pode ser uma produção de 2027 ou 2028. Tudo isso depende da estratégia que estamos avaliando com o MME e, talvez, até o CNPE para entendermos de que forma vamos conseguir dividir isso para maximizar o valor da União”, completou. Tabita destacou que, antes do leilão, será decidido se o gás natural será vendido “antes ou depois da UPGN”. Caso a PPSA escolha comercializar o energético “antes da UPGN”, só poderá comprar aqueles que têm acesso ao Sistema Integrado de Escoamento (SIE). Loureiro também informou que a PPSA vai realizar um outro leilão de petróleo em meados de 2025, para vender a produção de 2026. A previsão de produção, segundo Tabita, é maior que os 37,5 milhões de barris vendidos. “Talvez a gente possa superar até os 60 milhões de barris vendidos na B3 em meados do ano, a gente vai tentar manter esse calendário de sempre vender em meados do ano a produção do ano seguinte”. Também serão analisados os campos que serão comercializados. “Vendemos Mero e Libra. Muito provavelmente venderemos Bacalhau nesse leilão e talvez possamos vender outros campos nesse leilão. Isso tudo está em estudo”, disse. Primeiro leilão de gás da PPSA pode acontecer no segundo semestre de 2025 TABITA LOUREIRO, presidente interina da PPSA, detalha perspectivas para primeiro leilão de gás da União, novos leilões de óleo e áreas aprovadas para a Oferta Permanente de Partilha ASSISTA a vídeo-entrevista
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