106 Brasil Energia, nº 490, 28 de janeiro de 2025 NOVOS MODELOS E TECNOLOGIAS EM ENERGIA dos do campo para os centros de operação. A novidade é a divulgação de informações úteis para os consumidores. “Existe ainda uma dificuldade das distribuidoras em coordenar processos com maior tecnologia para trazer essa informação de campo para o escritório”. Aleixo argumenta que não é mais comum a disposição de equipes de plantão para emergências. A contratação de terceiros, atualmente, acontece por serviço e não mais por disponibilidade. Havendo necessidade, há a opção de mobilizar times de serviços de construção e manutenção de rede, confirmando o padrão já assinalado por Boccuzzi. Essa estratégia não causa turbulência nas distribuidoras, onde terceiros são responsáveis, em geral, pelos serviços mais complexos do dia a dia. As concessionárias mantêm suas equipes internas voltadas para ações de menor volume e tempo de mobilização. O processo é diferente nas transmissoras, segundo Aleixo, principalmente em função da alta complexidade dos reparos. Nesse caso, as equipes especializadas são internalizadas. A especialização envolve o desenvolvimento de equipamentos especiais, caso da Equatorial, que usa um caminhão como base para uma torre de transmissão móvel. O dispositivo atende as equipes responsáveis pela recomposição do sistema e garante uma redução de 5 horas em relação ao processo tradicional. Torre móvel da Equatorial garante redução de 5 horas para recomposição dos sistemas em relação ao processo tradicional Foto: Equatorial FRANCELI JODAS, especialista da KPMG: a tecnologia pode ajudar na criação de um novo perfil das distribuidoras
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