Brasil Energia, nº 490, 28 de janeiro de 2025 107 Ele destaca que os dois tipos de concessionárias têm apostado na tecnologia para a gestão das equipes de campo. O processo começa no planejamento, inclusive com estudos e simulações para entender qual o dimensionamento dos times. O desafio é considerar o histórico de eventos, que está sendo revisado com a emergência de eventos fora da curva. “Na simulação com novos cenários é possível verificar a melhor locação de equipes em caso de enchentes, de forma a não prejudicar o deslocamento”, explica o especialista. Aleixo cita o caso real de Porto Alegre, onde o tráfego interrompido causou a demora no atendimento de várias frentes. Com a simulação, ele avalia que a roteirização do despacho em situações extremas vai fazer a diferença no tempo de restauração de redes. Para ele, as empresas ainda estão patinando nessa área. A tecnologia também pode ajudar no monitoramento e acompanhamento dos problemas, alimentando o centro de operações com dados em tempo real. Ou seja: a resposta é mais efetiva quando os dados fluem nos dois sentidos. Para que isso aconteça, Aleixo lembra que é necessário usar dispositivos Força tarefa da Celesc atuou no restabelecimento do fornecimento de energia no Rio Grande do Sul Foto: Celesc
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