108 Brasil Energia, nº 490, 28 de janeiro de 2025 NOVOS MODELOS E TECNOLOGIAS EM ENERGIA móveis e aplicativos integrados à plataforma do centro de operação. Além dos rádios convencionais, as distribuidoras adotam aplicativos embarcados em celulares comuns. Outra iniciativa de comunicação é a utilização de telefones via satélite. O recurso é comum nas transmissoras e vem sendo avaliado por várias distribuidoras que possuem redes adensadas em grandes centros urbanos. “É um custo maior, mas o investimento pode ser feito de maneira inteligente. Não precisa ser para todo mundo. O encarregado de equipes pode ser munido com um desses telefones e centralizar os dados de várias frentes, atualizando o centro de operações”, avalia. A informação também pode suprir as agências de fiscalização. Isso já acontece na área de transmissão, onde a Aneel mantém a integração de dados das concessionárias. Os cenários são compartilhados, facilitando as operações conjuntas, principalmente em eventos severos. Esse tipo de iniciativa ajudaria na organização de forças-tarefas de várias concessionárias, como aconteceu em São Paulo em outubro último. A troca de informações com esse viés já pautou o trabalho recente da Celesc, em parceria com a RGE. Em maio, a concessionária catarinense enviou 70 profissionais ao Rio Grande do Sul, com uma frota de dez caminhões, quatro caCentro de Operações da Enel Distibuição Rio, responsável pela supervisão e controle da rede da concessionária Foto: Enel
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