e-revista Brasil Energia 490

52 Brasil Energia, nº 490, 28 de janeiro de 2025 Balanço 2024 km2, são operados pela Petrobras (29) e Chevron (15). Todos os blocos operados pela Petrobras são em consórcio com a Shell e em dois deles também com a chinesa CNOCC. A Bacia de Santos, maior produtora de petróleo do Brasil, terminou 2024 com 32 blocos exploratórios offshore sob contrato, com área total de 29 mil km2, dos quais 23 em regime de concessão e nove em regime de partilha, no polígono do pré-sal. As operadoras com mais blocos são a Shell (13) e a Petrobras (6), seguido por BP Energy (3), Exxon Mobil (3), Karoon (3), Total Energies (2), CNOCC (1) e Equinor (1). Em consórcios com as operadoras, participam da exploração na bacia Petrogal, Qatar Energy, Repsol Sinopec, e Ecopetrol. A Bacia de Campos, a segunda maior produtora de petróleo do país, encerrou o ano de 2024 com 15 blocos marítimos explorados em regime de concessão, somando área de 14,5 mil km2, operados pelas empresas Petrobras (5), Shell (3), ExxonMobil (2), Petro Rio Jaguar (2), Petronas (2), TotalEnergy (1), em consórcio com Chevron, Equinor, IBV e Qatar Energy. A Bacia de Barreirinhas fechou o ano com onze blocos marítimos sob contrato, mas por estarem na Margem Equatorial, todos estão suspensos por atraso no licenciamento ambiental. As empresas operadoras são Shell (6), Petrobras (3), BP Energy (1) e 3R Petroleum (1), em consórcio com Total Energy e Galp. Os blocos foram adquiridos no BID 11 em regime de concessão e não registraram descobertas no ano. A Bacia do Espírito Santo terminou o ano com 8 blocos offshore sob contrato de concessão, operados pelas empresas Petrobras (4), 3R Petroleum (1) BW Maromba (1), CNOCCP (1) e Repsol (1). Um dos blocos operados pela Petrobras estão com período exploratório suspenso. A exploração na Foz do Amazonas teve em 2024 com 9 blocos exploratórios sob contrato, em regime de concessão, com área exploratória de 5,7 mil km2. Os blocos são operados pelas empresas Petrobras (6), Petro Rio Coral (2) e Enauta (1). Quatro desses blocos estão com período exploratório suspenso. A Bacia Potiguar teve 9 blocos exploratórios offshore sob contrato, todos em regime de concessão, somando uma área explorada de 7,4 mil km2, operados pelas empresas Petrobras (5), Murphy (3) e Shell (1). Na Bacia Sergipe-Alagoas, nove blocos offshore foram explorados em 2024 sob contrato em regime de concessão, sendo um bloco de 800 km2 na bacia de Alagoas, e 8 blocos na de Sergipe, com 6 mil km2, todos operados pela ExxonMobil, em consórcio com as empresas Enauta e Murphy. Na Bacia Pará-Maranhão, cinco blocos foram explorados em 2024, somando uma área de 3,9 mil km2, operados pela Petrobras (3) e pela Enauta (2), sendo os da Petrobras em parceria com a Sinopec. Os contratos são em regime de concessão e por estarem localizados na Margem Equatorial, todos estão com prazo exploratório suspenso por falta de autorização do órgão ambiental.

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