e-revista Brasil Energia 491

Terminal da Logum em Ribeirão Preto - SP Posteriormente, o biocombustível é transportado diretamente para os tanques das distribuidoras de combustíveis nos polos de Paulínia, Barueri, Guarulhos, São Caetano do Sul, São José dos Campos (todos no Estado de São Paulo) e Duque de Caxias (no Estado do Rio). A operação também inclui o uso de um terminal marítimo na Ilha D´Água, na Baía de Guanabara, onde o etanol é carregado para operações de cabotagem e de exportação. Em 2024, estima-se que quase 50% do suprimento de etanol para a região metropolitana de São Paulo passou pelos dutos da empresa. No mercado uminense, a participação chegou a 80%. Já o etanol transportado pela Logum através de operações de cabotagem – que têm como destino os mercados da região Nordeste – respondeu por aproximadamente 50% de todo o volume remetido através dos portos do Centro-Sul para aqueles mercados. “Ao longo de 2024, atendemos cerca de 150 agentes, entre unidades produtoras de etanol, comercializadoras e distribuidoras, com ganhos adicionais potencializados por outros modais de transporte em larga escala, como o ferroviário e o marítimo, em operação integrada. Reforçamos nossa capacidade de oferecer soluções sustentáveis, ecientes e integradas”, enfatiza o CEO. Para 2025, a Logum prevê bater novos recordes, alcançando um novo patamar de movimentação, da ordem de 6 milhões de m3. O compromisso da Logum com a sustentabilidade vai além. A empresa adota iniciativas adicionais para a preservação do meio ambiente, com o objetivo de evitar e/ou minimizar impactos em habitats sensíveis e áreas de alta biodiversidade durante a instalação de seus ativos, protegendo espécies vulneráveis e ecossistemas críticos. E investe na melhoria da gestão de recursos naturais, com a redução do consumo de água, o uso de energia de fontes renováveis e a implementação de tecnologias que otimizam o uso de recursos ao longo das operações.

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