Brasil Energia, nº 498, 25 de setembro de 2025 51 entre os dois ativos. A embarcação responsável pelo lançamento da linha rígida já foi contratada e tem chegada prevista ao Brasil em outubro. “Para o ano que vem, temos o nosso maior desafio, o nosso maior projeto até hoje, que é o tie-back entre os campos de Wahoo e Frade”, afirmou o coordenador de Subsea da companhia, Renato Santos. A expectativa é que ele adicione cerca de 40 mil barris por dia ao FPSO Valente, contribuindo para a redução do lifting cost da unidade. A companhia estima que o primeiro óleo do campo ocorra entre março e abril de 2026, com investimentos totais de R$ 870 milhões O sistema de desenvolvimento da produção do campo de Wahoo compreende a interligação submarina de até 11 poços – sendo quatro produtores, dois injetores e cinco contingentes – ao FPSO Valente, que opera no campo de Frade. O FPSO Valente possui capacidade de processamento de 100 mil bpd e de armazenamento de até 1,5 milhão de barris, além de estar conectado à malha de gasodutos nacional. O escoamento da produção e a injeção de fluidos serão viabilizados por meio da instalação de dutos de produção e injeção, umbilicais de controle e potência, além de equipamentos submarinos associados. Também em Albacora Leste Além do projeto Wahoo-Frade, a Prio também prevê para 2026 o início do tie-back em Albacora Leste. A iniciativa busca conectar uma reserva marginal ao norte do campo ao FPSO Forte (antiga P-50), em operação no próprio ativo. Nesse caso, o tie-back terá extensão de 12 km. Com 100% de participação em Frade, 64% em Wahoo e 90% em Albacora Leste, todos na Bacia de Campos, a Prio reforça sua estratégia de ampliar produção a partir da infraestrutura existente. n Wahoo vai produzir através de tie-back do campo até o FPSO Valente, em operação no campo de Frade
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