Brasil Energia, nº 499, 27 de outubro de 2025 67 (235 MW), além da Termoceará, de 220 MW. No ano seguinte foi a vez da UTE Canoas RS (249 MW) e em 2004 entraram as UTEs Nova Piratininga (386 MW), em São Paulo, Três Lagoas (386 MW), no Mato Grosso do Sul, Termobahia (186 MW) e a Termorio (989 MW), maior usina do seu portfólio. O relatório também menciona que a capacidade de geração termelétrica brasileira saltou de 4.506 MW em 1997 para 11.292 MW em 2003, aumento de 151%, só comparável, na década atual, à velocidade do crescimento das gerações eólica e solar, realçando o esforço feito na época para recuperar a segurança energética perdida. A participação do gás natural na geração térmica total, que fora de escassos 450 GWh em 1999, equivalentes a 2% do conjunto de fontes termelétricas, alcançou 9.073 GWh em 2003, representando 26% da produção total de energia elétrica de fontes térmicas naquele ano. Ainda de acordo com os dados do CMAP, de 2001 a 2023 as termelétricas a gás natural beneficiadas pelos incentivos do PPT geraram 548 TWh de energia, com destaques para os períodos de escassez hídrica. O pico de produção dessas usinas no período analisado foi em 2014, com 58 TWh. Os números da produção foram baseados nos dados de 22 UTEs, das quais 13 eram 100% da Petrobras na maior parte do período. A estatal tinha ainda participação minoritária em uma delas, a UTE Araucária, de 484,15 MW, tendo vendido os 18,8% que detinha em julho do ano passado para a Âmbar Energia. No total, a Petrobras detinha mais de 60% da capacidade instalada das térmicas a gás, não estando incluída entre elas a UTE Baixada Fluminense, que é de 2014. Todas as demais foram coloAlways a step ahead! Innovative mobile devices for ATEX/IECEx with the most advanced technology. ISM_MA0301_250918 isafe-mobile.com
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