e-revista Brasil Energia 501

Brasil Energia, nº 501, 26 de fevereiro de 2026 71 do Pará e seus clientes industriais e, em março, a UTE Novo Tempo Barcarena. Ancorado na Bahia do Marajó, em Barcarena, o terminal possui capacidade de processamento de 15 milhões de m3/dia, o equivalente a 22% da demanda por gás natural do país. Parte desse gás atende a Alunorte, planta da norueguesa Norsk Hydro que produz alumina e investiu R$ 1,1 bilhão na substituição do óleo combustível pelo gás. O novo combustível vem permitindo à companhia reduzir em 700 mil t/ano as emissões de gases de efeito estufa (GEE). Nem a NFE nem a Norsk Hydro quiseram revelar o volume de gás envolvido nessa operação. O terminal atende também a GdP, que iniciou a distribuição de gás natural em 2024. No mesmo ano, em que também ocorreu o início do atendimento às indústrias, a companhia forneceu 344 milhões de m3. Em 2025, o início da oferta de gás à A UTE Novo Tempo Barcarena contribuiu para que a GdP encerrasse o ano com mais de 708 milhões de m3 negociados no período. n Terminal de regaseificação de GNL da NFE em Barcarena fornece gás para a distribuidora estadual e clientes industriais como a Alunorte Foto: Divulgação/NFE

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