e-revista Brasil Energia 502

Brasil Energia, nº 502, 30 de abril de 2026 47 tiva, segundo o plano de negócios da empresa, é que as unidades entrem em operação após 2031. A notícia das contratações foi bem recebida pelo mercado, que enxergou uma oportunidade para as principais empresas fornecedoras. Até então, o mercado andava desanimado com as licitações de FPSOs da Petrobras, por conta da dificuldade da petrolífera em chegar a um acordo sobre preço com as empresas interessadas. A contratação da SBM para construir os dois FPSOs do projeto de Sergipe Águas Profundas (SEAP), no entanto, mudou essa percepção, segundo fonte. Além dos sete novos FPSOs que têm licitações previstas para serem lançadas até 2028, a Petrobras mantém aberta a concorrência para a construção das unidades do projeto de revitalização de Albacora e de Búzios 12. Com isso, chega a nove o total de FPSOs no radar da petrolífera no curto prazo. Além dos FPSOs, a Petrobras planeja contratar US$ 9,7 bilhões em descomissionamento até 2030. Desse total, 69% vão ser gastos em abandono de poços e 31% na retirada de equipamentos. Vão ser removidas 18 plataformas - sete fixas, sete flutuantes e quatro semi-submersíveis. n Casco do FPSO P-83, da Petrobras, em construção no estaleiro chinês CIMC Raffles

RkJQdWJsaXNoZXIy NDExNzM=