e-revista Brasil Energia 504

22 Brasil Energia, nº 504, 30 de junho de 2026 Especial de Capa Inovação dos, mirando projetos em países como Guiana, Suriname e Namíbia. Outra área em que o Brasil pode avançar é a construção de navios petroleiros e gaseiros. Azeredo defende a consolidação de uma carteira contínua de projetos como forma de viabilizar o desenvolvimento tecnológico e o aumento da produtividade. “O que precisamos é de previsibilidade e perenidade das encomendas,” ressaltou. Procurado, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) informou que as principais políticas do governo brasileiro para o setor são o Programa de Renovação e Ampliação da Frota da Petrobras e Transpetro, o Regime Repetro - Sped, com suspensão de tributos na importação de bens para exploração e produção (E&P), com contrapartidas de investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D), e as cláusulas de Conteúdo Local nos contratos de E&P da ANP. O governo destacou ainda a política de inovação do BNDES e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), com linhas específicas para projetos de P&D em sistemas submarinos, integração de plantas offshore e eficiência energética. O BNDES é um dos agentes financeiros do Fundo de Marinha Mercante (FMM), que apoia projetos como o de modernização de uma embarcação tipo AHTS (anchor handling support vessel) da Bram Offshore. A implementação de propulsão híbrida, com a instalação de baterias a bordo, permitirá a redução de consumo de combustível e de emisEstaleiro Brasfels, do grupo Seatrium no Rio de Janeiro, constrói módulos dos FPSOs P-84 e P-85 com tecnologia “all electric” Divulgação/Seatrium

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