30 Brasil Energia, nº 505, 31 de julho de 2026 Especial de Capa Negócios no Onshore de custo menor em comparação com aqueles que tem um custo maior e focados no petróleo. O foco da Alvopetro está no controle de custos e investimentos em projetos para aumentar a produção. A companhia também desenvolveu um sistema de automação integrado que incorpora PLC, IHM, SCADA, parada de emergência e sistemas de segurança. “Isso nos permite monitorar de perto a produção e a segurança, tanto nas locações quanto remotamente”. • A companhia manteve uma estabilidade na produção entre 2024 e 2026, principalmente em 2025, quando chegou na média de 2,93 mil boe/d no primeiro trimestre. Na Bacia Potiguar, também há a presença da Azevedo & Travassos Energia (ATE), que apresenta um lifting cost de US$ 15/boe. O CEO da companhia, Ivan Carvalho, destacou que o foco para balancear o lifting cost está no incremento da produção, priorizando a otimização de bombeamento de poços, gestão da água produzida e melhoria da eficiência da recuperação secundária. Em termos de produção, Carvalho afirmou que a incorporação da Andorinha Energia trará mais estabilidade nos volumes durante algum tempo. “Há uma sinergia clara entre os ativos de Andorinha e os atuais da ATE, com consequente ganho de escala no custo operacional”. • A ATE mantém registros de produção a partir do 1T25, momento em que reportou 7,38 mil boe/d. O pico foi no terceiro trimestre (20,1 mil boe/d) e agora está com 10,3 mil boe/d no 1T26. Na Bacia de Alagoas, a diretora de Operações da Origem Energia, Luna Viana, relatou que os principais desafios para balancear o lifting cost são aumentar a produtividade dos campos maduros, reduzir o custo unitário de produção e prolongar a vida econômica dos ativos. Polo Alagoas, da Origem: investimentos em tecnologia, revitalização e gestão de reservatórios Foto: Divulgação/Origem
RkJQdWJsaXNoZXIy NDExNzM=