e-revista Brasil Energia 505

32 Brasil Energia, nº 505, 31 de julho de 2026 Especial de Capa Negócios no Onshore vos poços. “Ao aumentar a produção e reduzir interrupções operacionais, conseguimos diluir custos fixos, otimizar o consumo de energia e direcionar os investimentos para iniciativas de maior retorno”, ressaltou Viana. Já a Alvopetro mirou na manutenção da disponibilidade das instalações e minimização das perdas de produção por causa de paradas planejadas, “já que curtas paradas podem ter um impacto significativo em nossa produção e em nosso lifting cost”. No entanto, de acordo com o sócio- -fundador da Solução Energia (empresa de consultoria e negócios no mercado onshore), Anabal Santos, as empresas herdaram os campos maduros com a integridade comprometida, o que elevou os investimentos. Esse tipo de custo para manter a integridade do ativo impactam o lifting cost, que, segundo Santos, está acima da média em comparação com campos semelhantes em outros países. Em sua visão, não é um fator isolado que define este custo, mas um somatório, que envolve carga tributária pesada, taxa de licenciamento ambiental e demora na obtenção das licenças. Além disso, pontuou fatores internos que contribuem para esse custo, como um overhead (custos não relacionados à produção) elevado e uma verticalização forçada. “É um mercado que está acostumado a servir um big player. E Evolução da produção por empresa (boe/d)

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