e-revista Brasil Energia 505

34 Brasil Energia, nº 505, 31 de julho de 2026 Especial de Capa Negócios no Onshore Houve aumento de 1,35% ao comparar com maio de 2025. No entanto, em um ano, o último ápice foi em agosto de 2025, com 264 mil de boe/d. Até julho de 2026, a produção de petróleo no onshore alcançou 79,45 mil bbl/d e a de gás 24,85 milhões de m3/d. Comparando os anos completos de 2024 e 2025, há aumento de 8,43% no petróleo e de 5,33% no gás natural. Em relação aos Planos de Desenvolvimento (PDs) no onshore, quatro foram aprovados em 2026 (campos de Tanatau e Brejinho, em Potiguar, e Riacho Ouricuri e Araçás Leste, no Recôncavo) e dois estão em análise (Massapê em Potiguar e Leste de Poço Xavier no Recôncavo). Ao todo, desde 2016 foram aprovados 256 planos. A empresa com maior produção de petróleo equivalente (boe) por dia no onshore, segundo os dados da ANP do boletim de maio, é a Petrobras, com 103,5 mil boe/d. A Brava (27,8 mil boe/d) é a segunda que mais produz, seguida da Eneva (25,4 mil boe/d), PetroReconcavo (21,9 mil boe/d) e Origem Energia (16 mil boe/d). Os investimentos previstos para 2026 somam R$ 5,74 bilhões, com as bacias Potiguar e Recôncavo recebendo as maiores fatias (R$ 2,034 bilhões e R$ 1,89 bilhão). Já de 2026 a 2030, os investimentos totalizam R$ 17,94 bilhões e, novamente, as mesmas duas bacias protagonizam, mas no acumulado é a de Recôncavo que assume o valor maior (R$ 5,81 bilhões), enquanto Potiguar terá R$ 4,53 bilhões. n Produção de petróleo e gás onshore em 5 anos

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