e-revista Brasil Energia 506

Brasil Energia, nº 506, 02 de setembro de 2026 27 ção e controle de subestações convencionais. Alguns componentes eletrônicos específicos são importados da Alemanha, mas, segundo Formiga, não constituem atualmente um ponto crítico para o fornecimento. A companhia também fabrica integralmente no país bancos de capacitores série e mantém localizada em Jundiaí (SP) a solução de compensação estática. Fábricas mais carregadas A brasileira WEG identifica uma pressão mais clara sobre determinados elos da cadeia global. O diretor superintendente da WEG Energia, João Paulo Gualberto, acredita que o mercado mundial de equipamentos elétricos está aquecido não apenas pela construção de novas redes, mas também pela necessidade de substituir e modernizar instalações antigas. Em muitos países, há equipamentos com 40, 50 ou 60 anos de operação, ao mesmo tempo em que a crescente participação de geração solar e eólica introduz novas exigências de estabilidade aos sistemas elétricos. Essa combinação elevou particularmente a procura por equipamentos como os compensadores síncronos, usados para reforçar a estabilidade da rede. A WEG já forneceu ou contratou projetos em mercados como Estados Unidos, Canadá, Chile, Austrália e Portugal e prevê continuidade do crescimento da demanda mundial. No Brasil, a WEG foi escolhida pela Engie para fornecer cinco compensadores síncronos de -200/+300 MVAr para o Lote 3 do Leilão de Transmissão nº 1/2026, realizado em março, com instalações no Ceará e no Rio Grande do NorFoto: Divulgação/Hitachi Para atender ao aumento da demanda, Hitachi aumentou a capacidade de sua fábrica de transformadores em Guarulhos (SP) em 50%

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