Brasil Energia | Ed. 457 - Julho, 2019
ISSN0101-7837 Diretor Presidente Celso Knoedt Diretores Patrícia Quintão Rosely Máximo Editor Executivo Gisele de Oliveira Redatores Antonio Carlos Sil Bruno Postiga Carlos Vasconcellos Chico Santos Cláudia Siqueira Gabriela Medeiros Gabriel Ramalho João Montenegro Lívia Neves Marcelo Furtado Ana Luisa Egues (est.) Thais Custodio (est.) Tratamento de Dados Mauricio Fagundes Programação Visual Ana Beatriz Leta Impressão Aerographic ASSINATURAS Gerente de Assinaturas Alessandra Alves assinaturas@brasilenergia.com.br Tel: (21) 3503-0306 Digital Diário + Impresso AssinaturaAnual: R$ 890 / US$ 645 Atendimento ao assinante tel.: (21) 3503-0302 PUBLICIDADE Paula Amorim publicidade@brasilenergia.com.br Rio de Janeiro Bianca Bandeira - (21) 3503-0309 Elia Carvalho - (21) 97918-3539 Lúcia Ribeiro - (21) 97015-4654 Marcio Schumann - (21) 3503-0319 São Paulo Fernando Polastro - tel/fax: (11) 5081-6681 EDITORA BRASIL ENERGIA LTDA Av. PresidenteWilson, 165 Grupo 413 - Centro CEP 20030-020 - Rio Tel (21) 3503-0303 Brasil Energia , nº 457, 1 de julho de 2019 3 Tão importante quanto a reforma da Previdência Enquanto o setor elétrico ainda depende de resoluções que possibilitem o mercado avançar, como a reforma do modelo e a solução do passivo do GSF, o mesmo não pode ser dito do setor petróleo, cujos sinais da retoma- da aparecem mais firmes a cada mês. Em junho, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) publicou a Resolução 13/2019, que cria o me- canismo de acordo de coparticipação para os leilões de cessão onerosa. As- sim como a reforma da Previdência, os números no setor de Óleo e Gás são trilionários no médio e longo prazos. É bem verdade que o dito leilão de 100 bilhões ainda não tem data de- finida – o governo trabalha para realizá-lo em 2019 –, mas a publicação da resolução removeu uma incerteza importante para a efetiva realização do bid . A importância que este evento representa para o Brasil não decorre apenas do bônus em direitos exploratórios das enormes reservas de petró- leo e gás, mas - e sobretudo - com os negócios que irá gerar a posteriori . Vale lembrar que já estão marcados para este ano a 16ª Rodada de Concessões e a 16ª Rodada de Partilha de Produção de Áreas do Pré-sal, que devem mo- vimentar ainda mais o mercado. Um bom indício de que as iniciativas governamentais estão animando o setor é o movimento de grandes petroleiras privadas, como ExxonMo- bil, Equinor, Total e Shell, indo ao mercado contratar serviços que até bem pouco tempo estavam parados à espera da recuperação econômico-finan- ceira da Petrobras como contratante. No caso da Equinor, a iniciativa de colocar o projeto de Pão de Açúcar no pipeline acontece logo após o início das contratações para Carcará. Outro bom sinal de toda essa movimentação é a retomada, pelas em- presas, de busca por profissionais especializados na área de óleo e gás, mas também para setores administrativo e financeiro, após um longo e doloro- so período de grandes baixas. Em 2018, já foi possível sentir uma sutil recu- peração e a expectativa é de que haverá mais recrutamento de mão de obra neste ano, principalmente nas áreas de geofísica e planejamento técnico-fi- nanceiro. Gás – No âmbito do gás natural, as expectativas também são positivas, embora o setor já esteja calejado de tantos planos feitos e desfeitos desde o velho Plangás na década de 80. É aguardado para junho o detalhamento do que será o Novo Merca- do de Gás, cujas medidas infraconstitucionais pro- metem promover maior competitividade ao deso- bstruir dutos, eliminar gargalos de plantas e baixar preços. É esperar para conferir. Gisele de Oliveira Editora Executiva
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