Brasil Energia | Ed. 459 - Outubro, 2019
ISSN0101-7837 Diretor Presidente Celso Knoedt Diretores Patrícia Quintão Rosely Máximo Editor Executivo Lívia Neves Redatores Antonio Carlos Sil Bruno Postiga Carlos Vasconcellos Cassiano Viana Chico Santos Cláudia Siqueira Gabriela Medeiros Gabriel Ramalho João Montenegro Lívia Neves Marcelo Furtado Ana Luisa Egues (est.) Rafael Luis Fernandes (est.) Thais Custodio (est.) Tratamento de Dados Mauricio Fagundes Rick Marzioni (est.) Programação Visual Ana Beatriz Leta Impressão Aerographic ASSINATURAS Gerente de Assinaturas Alessandra Alves assinaturas@brasilenergia.com.br Tel: (21) 3503-0306 Digital Diário + Impresso AssinaturaAnual: R$ 890 / US$ 645 Assinatura Mensal: R$ 80 Atendimento ao assinante tel.: (21) 3503-0302 PUBLICIDADE Paula Amorim publicidade@brasilenergia.com.br Rio de Janeiro Bianca Bandeira - (21) 3503-0309 Elia Carvalho - (21) 97918-3539 Lúcia Ribeiro - (21) 97015-4654 Marcio Schumann - (21) 3503-0319 São Paulo Fernando Polastro - tel/fax: (11) 5081-6681 EDITORA BRASIL ENERGIA LTDA Av.Almirante Barroso, 63, Gr 2007 20.031-003 - Rio de Janeiro Tel (21) 3503-0303 Brasil Energia , nº 459, 15 de outubro de 2019 3 Um mar de oportunidades É difícil pensar em um lugar que, hoje, reúna tantas oportunidades no negócio de exploração offshore como o Brasil. Por si só, o pré-sal da Bacia de Santos – com seus bilhões de barris de óleo de boa qualidade – já seria razão suficiente para colocar o país entre as principais fronteiras marítimas do planeta. Mas há bem mais que isso. A 16ª rodada de concessões da ANP atestou a força conservada pela Ba- cia de Campos, que respondeu por dez dos 12 blocos arrematados. Entre os compradores estão desde a Petrobras e majors que já gozam de um robusto portfólio local, como ExxonMobil, Shell, BP, Chevron e Total, a petroleiras que ainda se consolidam no país, como QPI, Wintershall e Petronas. São basicamente os mesmos players que levaram ativos da bacia oferta- dos na 14ª e 15ª rodadas e que já têm campanhas sísmicas e de perfuração em andamento ou programadas. No Espírito Santo, a Equinor e a Petrobras pretendem chegar ao pré-sal com a perfuração do prospecto de Monai, cujo resultado será crucial para avaliar a exploração de outras concessões na bacia. Até o início de 2021, o consórcio ExxonMobil, Enauta e Murphy Oil co- meçará a perfurar em Sergipe-Alagoas, palco de importantes descobertas de óleo e gás feitas pela Petrobras recentemente. O Rio Grande do Norte receberá, em breve, campanhas da Wintershall em áreas da 15ª rodada, enquanto a Petrobras conduz estudos geológicos fo- cados em ativos potiguares a fim de definir seus programas exploratórios. Outras bacias da Margem Equatorial ainda caminham a passos lentos por falta de consenso nos processos de licenciamento. Mas, com exceção da Foz do Amazonas, a tendência é que as atividades sejam, aos poucos, des- travadas no litoral norte. Diante do vazamento de óleo que atingiu diversas praias do Nor- deste e em meio à mobilização global contra as mudanças climáticas, a questão ambiental ganha ainda mais peso na atividade petrolífera. Por isso, é fundamental que indústria e autoridades sigam trabalhando para garantir que as riquezas da chamada Amazônia Azul sejam exploradas de forma responsável. João Montenegro Editor e repórter - PetroleoHoje
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