Brasil Energia | Ed. 460 - Novembro, 2019
20 Brasil Energia , nº 460, 14 de novembro de 2019 HÍDRICA E m umcontextomarcado pelo avanço de fontes intermiten- tes como solar e eólica e o dé- ficit de potência que elas tra- zem necessariamente - estimado pe- la EPE em 13,2 mil MW até 2027 -, é possível dizer que valeu a pena investir em grandes usinas a fio d’água, já que elas não suprem esse déficit de potên- cia? Os meses que apresentam maio- res riscos mensais de déficit de potên- cia, segundo a empresa de pesquisa, são aqueles entre setembro e feverei- ro, os demaior demanda e tambémde baixa disponibilidade hidráulica. Para ilustrar a discussão, a Bra- sil Energia fez o levantamento dos dados de geração de dois conjuntos A FRAGILIDADE DE USINAS A FIO D’ÁGUA Com a demanda por potência cada vez maior, o Brasil apostou em grandes hidrelétricas marcadamente sazonais, mas importantes para o equilíbrio com o Sudeste POR CHICO SANTOS Belo Monte (11.233 MW, PA) Jirau (3.750 MW, RO)
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