Brasil Energia | Ed. 467 - Fevereiro, 2021
Brasil Energia , nº 467, 1 de fevereiro de 2021 3 ISSN0101-7837 Diretor Presidente Celso Knoedt Diretores Patrícia Quintão Rosely Máximo Editor Executivo Celso Chagas Redatores Ana Luisa Egues Bruno Postiga Carlos Vasconcellos Chico Santos Cláudia Siqueira Fabio Couto Felipe Salgado Lais Carregosa Marcelo Furtado Roberto Rockman Thais Custodio Tratamento de Dados Mauricio Fagundes Rick Marzioni Programação Visual Ana Beatriz Leta ASSINATURAS Gerente de Assinaturas Alessandra Alves assinaturas@brasilenergia.com.br Tel: (21) 3503-0303 / 98702-4237 Digital Diário + Impresso AssinaturaAnual: R$ 945 / US$ 645 Assinatura Mensal: R$ 85 Atendimento ao assinante Tel: (21) 3503-0303 / 98702-4237 PUBLICIDADE Paula Amorim publicidade@brasilenergia.com.br Rio de Janeiro Bianca Bandeira - (21) 99698-0274 Elia Carvalho - (21) 97918-3539 Lúcia Ribeiro - (21) 97015-4654 São Paulo Fernando Polastro - tel/fax: (11) 5081-6681 EDITORA BRASIL ENERGIA LTDA RUA CONSELHEIRO SARAIVA, 28 SALA 601 20091-030 - RIO DE JANEIRO Tel (21) 3503-0303 INÍCIO DE ANO MOVIMENTADO Início de ano é um período de reflexão, de estabelecimento de metas para o futuro e de mãos à obra. No setor de energia não é diferente. Na primeira edição do ano, a Brasil Energia apresenta inovações sem perder a natureza analítica de seu conteúdo. Além de mudanças visuais que permitem uma leitura mais fluída e leve, con- tamos com novos colunistas e mergulhamos em temas que se mostram urgen- tes e necessários. Um deles é o PLD Horário, já em vigor. Desdobramos o assunto com base nos reflexos que ele gera para as áreas de comercialização e de geração hídri- ca, eólica e solar. Quem enfrenta desafios este ano é o mercado de querosene de aviação (QAV), que ensaia uma recuperação, ligada ao desempenho do setor de trans- porte aéreo, ainda impactado pela Covid-19. Saiba o que pensam sobre o as- sunto a BR Distribuidora, Abear, Air BP e Leggio Logística. Já a cadeia de fornecedores eólicos vive um dilema quanto aos rumos a tomar nos próximos anos: mesmo com alta de pedidos para projetos do ACL, fornecedores desconfiam da perenidade dos investimentos, o que pode inibir o aumento da capacidade e a modernização produtiva. Em paralelo, o apagão que atingiu o Amapá no ano passado acendeu o si- nal de alerta para aperfeiçoamentos no setor elétrico, principalmente quanto ao planejamento e ao monitoramento da transmissão em estados na ponta da li- nha do sistema. Confira a opinião de especialistas como Luiz Barroso, Mauricio Tolmasquim, Edvaldo Santana, Alexei Vivan e Mário Miranda sobre o assunto. Outro ponto de destaque da revista trata do mercado de perfuração em águas profundas no Brasil e no exterior, que ainda precisará de, pelo menos, um ano e meio para começar a sair da crise e perceber os primeiros sinais de retomada. Mas nem tudo são dúvidas e dilemas: a aproximação dos vencimentos de concessões de usinas hidrelétricas de peso significativo no Sistema Interligado Nacional começam a acenar com a possibilidade de negócios. Já na área de transporte de gás natural, os primeiros contratos de curto prazo da TBG acen- dem esperança quanto à abertura da infraestrutura de gasodutos. A presente edição traz entrevista exclusiva com o diretor de E&P da Petro- bras, Carlos Alberto Oliveira, o Capo. Dois anos após assumir o comando da principal área da companhia, o executivo discorre sobre os planos de curto e médio prazos, abordando temas ligados à perfuração, FPSOs, Foz do Amazo- nas, desinvestimos e muitos mais. Em outra entrevista exclusiva, Cristiano Pin- to da Costa, diretor de ativos do pré-sal da Shell, detalha os próximos passos da major no Brasil. Por fim, umas das boas perspectivas para 2021 é o avanço da diversidade na gestão de companhias do setor energético. O tema vem ganhando fôlego para atender a critérios econômicos e sociais e pro- mover a equidade. O mesmo fôlego que todos pre- cisamos para começar um ano com energia total. Boa leitura! Celso Chagas Editor Executivo
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