Brasil Energia | Ed. 469 - Junho, 2021
4 Brasil Energia , nº 469, 1 de junho de 2021 Diretor Presidente Celso Knoedt Diretores Patrícia Quintão Rosely Máximo Editor Executivo Celso Chagas Redatores Ana Luisa Egues Bruno Postiga Carlos Vasconcellos Chico Santos Cláudia Siqueira Fabio Couto Felipe Salgado Lais Carregosa Marcelo Furtado Roberto Rockman Thais Custodio Tratamento de Dados Mauricio Fagundes Rick Marzioni Programação Visual Ana Beatriz Leta ASSINATURAS Gerente de Assinaturas Alessandra Alves assinaturas@brasilenergia.com.br Tel: (21) 3503-0303 / 98702-4237 Digital Diário + Revista Semanal + Brasil Energia AssinaturaAnual: R$ 945 / US$ 345 Assinatura Mensal: R$ 95 Atendimento ao assinante Tel: (21) 3503-0303 / 98702-4237 PUBLICIDADE Paula Amorim publicidade@brasilenergia.com.br Rio de Janeiro Bianca Bandeira - (21) 99698-0274 Elia Carvalho - (21) 97918-3539 Lúcia Ribeiro - (21) 97015-4654 São Paulo Fernando Polastro - tel/fax: (11) 5081-6681 EDITORA BRASIL ENERGIA LTDA RUA CONSELHEIRO SARAIVA,28 SALA 601 20091-030 - RIO DE JANEIRO Tel (21) 3503-0303 ISSN0101-7837 ENERGIA PARA ADAPTAR Para quem acompanha o setor energético, adaptar tem sido o verbo cada vez mais conjugado quando se fala em projetos, plane- jamentos e novas iniciativas de empresas e órgãos públicos. A edi- ção 469 da Brasil Energia aborda alguns temas que confirmam essa constatação. O sistema elétrico brasileiro, por exemplo, depende muito de adaptações. O país enfrenta a redução do nível dos reservatórios em meio ao pior resultado histórico, o que levou ao acionamen- to das termelétricas. O que preocupa especialistas é o prolonga- mento sequencial de hidrologias ruins, mas a saída pode estar na redução da dependência das hidrelétricas, com a expansão das fontes eólicas e solar. Em entrevista, Mario Veiga, que esteve envolvido nas principais discussões regulatórias do setor elétrico no Brasil, fala sobre transi- ção energética, abertura de mercado, hidrogênio verde e, claro, ra- cionamento. Outros temas de atenção do mercado são o uso das águas para harmonizar interesses - o que inclui o setor elétrico - e as discussões sobre segurança cibernética, que irão se intensificar nos próximos meses, com a Aneel debatendo regras para a área de distribuição. Em paralelo, os leilões em geração, transmissão e distribuição po- dem reforçar aumento da escala nestes segmentos, mas o cenário ainda demanda reflexões sobre concentração de mercado. Quanto às renováveis, a figura do autoprodutor de energia tem sido grande aliada da expansão das fontes no país, e os leilões de energia nova neste ano despertam o interesse de empreendedores, que cadastram projetos nos leilões visando garantia de conexão, pre- visibilidade da TUST e rapidez de outorgas para seus projetos volta- dos ao ACL. Já o novo marco do saneamento criou base para proje- tos de usinas de recuperação energética de resíduos, e o cenário se torna mais favorável com a expectativa de incluir usinas de WTE e de biogás de aterros nos leilões de energia A-5 e A-6. Na área de gás, a construção do gasoduto Subida da Serra colo- ca de um lado os anseios do Grupo Cosan e de outro aqueles que temem que São Paulo se torne uma “ilha de gás”. Além disso, após quase dois anos do lançamento do programa Novo Mercado de Gás, as propostas de incentivo aos estados que atualizassem suas regula- ções não vingaram. E depois de muita análise, a Petrobras decidiu sobre o modelo de venda de parte de suas participações nas três malhas de escoamen- to de gás mais importantes do offshore brasileiro - as Rotas 1, 2 e 3. E por falar em Petrobras, Roberto Ardenghy, diretor de Relaciona- mento Institucional e Sustentabilidade da empresa, e Viviana Coe- lho, gerente executiva de Mudanças Climáti- cas, apontam em entrevista as adaptações da companhia para se inserir no cenário de tran- sição energética global. Estes e outros conteúdos você encon- tra na edição maio-junho da Brasil Energia. Boa leitura! Celso Chagas Editor Executivo
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