Brasil Energia | Ed. 473 - Fevereiro, 2022
36 Brasil Energia , nº 473, 1 de fevereiro de 2022 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA tica em motores estão linhas de fi- nanciamento públicos, a expansão dos programas de bônus com parti- cipação das entidades de classe do setor industrial e o suporte técni- co das Escos, além da ampliação do projeto para outros equipamentos elétricos que afetam a produtividade da empresa. Hoje, apenas o grupo CPFL Energia está com um programa de troca de motores em curso nos mesmos mol- des que o da Celesc. A Aneel também não informou se iria lançar um novo projeto de troca de motores. Para os operadores do antigo pro- grama prioritário, restou clara a ne- cessidade de continuar o programa, já que, como foi constatado, a maio- ria dos motores trocados e em opera- ção foram fabricados nos anos 1990, ou antes, sem possibilidade de permi- tir processos mais inteligentes e auto- mação no chão da fábrica. Segundo a assessoria do progra- ma Procel, da Eletrobras, as inova- ções trazidas pelas fabricantes de motores que aumentam a eficiência dos equipamentos, por meio de ma- teriais com maior qualidade e quan- tidade, introduzem tecnologias di- ferentes da convencional (motor de indução) ou com ímãs permanentes e controle eletrônico com inversores de frequência, e outros componen- tes que permitem a automação in- dustrial, a nova onda de investimen- to da chamada indústria 4.0. n Daniel Eidelwein, da WEG: lentidão da indústria causa surpresa Arthur Laureano, da Celesc: processo complexo e verba demorada afastam empresas menores
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