Brasil Energia | Ed. 473 - Fevereiro, 2022

88 Brasil Energia , nº 473, 1 de fevereiro de 2022 PETRÓLEO vo de Atlanta entrará em operação em julho de 2024, ao norte do atual siste- ma antecipado de produção. Somente com os pacotes de subsea e sonda, a Enauta calcula desembolsar um montante entre US$ 500 milhões e US$ 700 milhões. Até o fechamen- to desta edição, a petroleira já havia fe- chado negociações com a Constellation para afretar a sonda Alpha Star, com a OneSubsea, que fornecerá mais duas ANMs para o projeto, e com a Baker, para os serviços de perfuração. A assinatura dos contratos ocorrerá após aprovação do FID (Final Investment Decision) do sistema definitivo de Atlan- ta pelo board da Enauta, etapa progra- mada para ocorrer até março. O FPSO OSX-2 está docado na Indo- nésia. A tendência é de que a Yinson execute a obra de conversão em Dubai no estaleiro Dubai Dry Docks. A obra se- rá iniciada ainda no primeiro semestre de 2022, com a remoção dos equipa- mentos e sistemas sem previsão de re- aproveitamento. A conversão do OSX-2 tem prazo de 24 meses. A unidade de produção de Atlanta deve iniciar seu deslocamento para o Brasil em fevereiro de 2024, chegando ao país entre março e abril. Por enquanto, não há definição se a Yinson contratará a SBM para adaptar o turret da unidade ou se contratará outra empresa. O FPSO OSX-2 foi construído pela SBM em 2013, contratado, na oca- sião, pela extinta OGX. Net zero Atenta à questão da redução das emissões de carbono, o projeto definiti- vo de Atlanta será implantado trazendo inovações tecnológicas, sobretudo em relação ao FPSO. O flare da unidade de produção será fechado. O FPSO OSX-2 contará também com sistema de inertização dos tanques e uma área específica para o desenvolvi- A unidade de produção de Atlanta deve iniciar seu deslocamento para o Brasil em fevereiro de 2024, chegando ao país entre março e abril

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