Brasil Energia | Ed. 473 - Fevereiro, 2022

Brasil Energia , nº 473, 1 de fevereiro de 2022 91 molécula com as duas primeiras, teve de negociar e garantir o acesso às UPGNs de Catu e Guamaré, da Petrobras. Diante de condições de preço que ainda não lhe são totalmente favorá- veis, a companhia está avaliando com duas empresas internacionais a possibi- lidade de construir sua própria unidade de processamento. Na opinião de Mar- celo Magalhães, CEO da companhia, que chegou a afirmar em certa ocasião que a Petrobras tinha dificuldade de se livrar de seus hábitos de monopsonista, já há uma flexibilidade maior por parte da estatal. No que diz respeito ao E&P, a pe- troleira caminha para atingir um pico de mobilização de até 11 sondas de workover entre seus ativos no Rio Gran- de do Norte e na Bahia. “Será o maior plano de desenvolvimento da nossa história, com intervenção em mais de 180 poços, com foco muito grande em Miranga”. O executivo disse ainda que avalia a contratação de uma sonda de perfuração e duas de fraturamento hi- dráulico. Em Sabiá-Bico-de-Osso e Sabiá da Mata, na Bacia Potiguar, onde está alo- cada uma sonda, o plano inicial consis- te em perfurar 14 poços. No momen- to, diz o CEO, já foram perfurados cin- co poços na região, enquanto um já foi Ativos da PetroReconcavo nas bacias Potiguar e do Recôncavo

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