Brasil Energia | Ed. 476 - Agosto, 2022
Brasil Energia , nº 476, 1 de agosto de 2022 9 liquefeito, o BioGNL (viável para trans- portes acima de 200 km), e por gasodu- tos. “No caso dos gasodutos, estamos esperando definições regulatórias, prin- cipalmente para negociar o biocombus- tível no mercado livre”, disse. No Amazonas O ritmo de investimentos de outra em- presa, a MDC Energia, também reflete as boas perspectivas com o biometano. Primeira a ter unidade a partir de biogás de aterro, em São Pedro de Al- deia (RJ), inaugurada em 2014, e outra maior a partir de 2017, no aterro de Caucaia (CE), que de forma também inédita injeta os 100 mil m³/dia produ- zidos no gasoduto da distribuidora do Ceará, a Cegás, a MDC anunciou um outro projeto neste mês. O projeto é em parceria com o mes- mo sócio no Ceará, o grupo Marqui- se, que opera o aterro de Caucaia. Mas dessa vez será em Manaus (AM), onde um novo aterro sanitário da empresa entrará em operação até o fim do ano. Segundo a presidente da MDC, Ma- nuela Kayath, foi fechado um acordo com o Marquise para criar nova SPE pa- ra desenvolver projeto parecido com o do Ceará, mas um pouco menor, com capacidade para 60 mil m³/dia, por con- ta da quantidade prevista de recebimen- to de resíduos sólidos urbanos. Usina GNR Fortaleza, em Caucaia, Ceará
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