Brasil Energia, nº 482, 15 de agosto de 2023 113 Reicon migra fábricas para o mercado livre A Reicon, empresa de cabos solares, anunciou parceria com a Comerc Energia para migrar três de suas fábricas para o mercado livre. O objetivo é abastecer suas operações com fontes renováveis dos produtores que comercializam energia dentro do ACL. Como comercializadora, a Comerc auxilia as empresas a realizar o processo de migração, atuando como intermediária nas negociações para compra e venda de energia elétrica entre geradoras, consumidoras e outras instituições do setor. Ao todo, serão cerca de 1 GW de energia mensal para consumo das três fábricas, oriundos de fontes limpas, o que resultará em uma significativa redução das emissões de CO2, evitando aproximadamente 177 toneladas por ano. A mudança está alinhada com o compromisso da empresa em adotar práticas ESG e alcançar a neutralidade de carbono (Net Zero). Além disso, a Comerc também contribuiu recentemente para neutralizar a pegada de carbono de escopo 2 da Reicon, ao comercializar 1,4 mil I-RECs. Essas ações fazem parte do plano de descarbonização da organização, que foi desenvolvido por meio do mapeamento do inventário de carbono. O processo possibilitou a criação de um roteiro com os passos necessários para progredir na jornada de desenvolvimento sustentável. (Por Laren Aniceto) SLB, Aker Solutions e Subsea 7 recebem as aprovações regulatórias para criação de joint venture A SLB, Aker Solutions e Subsea 7 receberam todas as aprovações regulatórias necessárias para a criação da joint venture a partir da combinação de seus conhecimentos e tecnologias na área de subsea, informou a Aker em comunicado divulgado em agosto. As companhias receberam as aprovações necessárias das autoridades de sete países (Angola, Austrália, Brasil, EUA, Moçambique, Noruega e Reino Unido), e afirmam que continuarão trabalhando para satisfazer as condições restantes para o fechamento da transação “o mais cedo possível no quarto trimestre de 2023”. A JV, anunciada em agosto de 2022, vai oferecer “uma mudança radical na economia de produção submarina”, no sentido de reduzir o tempo para a exploração, os custos para o desenvolvimento e a emissão de carbono, segundo a Aker. O potencial de sinergia estimado é superior a US$ 100 milhões por ano no médio prazo. A SLB terá 70% de participação na joint venture, enquanto a Aker Solutions terá 20% e a Subsea 7 10%. Além da combinação de negócios das três empresas, a JV irá incorporar a Subsea Integration Alliance, que é uma parceria entre a OneSubsea (que faz parte da SLB) e a Subsea 7. (Por Ana Luisa Egues)
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