e-revista Brasil Energia 488

Brasil Energia, nº 488, 20 de setembro de 2024 9 diado no Centro de Estudos de Energia e Petróleo (Cepetro), da Unicamp. Eles são voltados para tecnologias que contribuirão para a descarbonização do setor de óleo e gás, totalizando R$ 36 milhões em investimentos, e com mais de 120 pesquisadores envolvidos. Os projetos abordam as áreas de otimização da completação e perfuração de poços e novas tecnologias de garantia de escoamento, captura e armazenagem de carbono (CCS), desenvolvimento de energias renováveis com base em solar, e biogás e novas tecnologias de baterias. “A criação do ETRC viabiliza uma parceria ainda maior, que traz uma sinergia entre os projetos, recursos e pessoas; e que facilita o intercâmbio de pesquisadores tanto do Brasil quanto de outras instituições financiadas pela TotalEnergies no mundo”, disse o diretor do Cepetro, Marcelo Souza de Castro, acrescentando que será construído um prédio para abrigar os projetos, facilitando a sinergia entre eles. O Centro de Pesquisa e Inovação em Gases de Efeito Estufa (RCGI) da USP sedia o InnovaPower, especializado em projetos que contribuam para novas energias. Com cerca de R$ 80 milhões e 180 pesquisadores, são 13 projetos envolvendo geração solar, eólica, armazenamento, entre outros temas ligados à eletrificação. Para o diretor científico do RGCI, Julio Meneghini, os projetos do InnovaPower auxiliarão a explorar o potencial de geração de energia eólica offshore no Brasil. “Através destes projetos serão desenvolvidos sistemas para otimizar a produção e a distribuição de energia, tanto onshore como offshore, otimizando a sua infraestrutura atual, bem como endereçando questões ambientais”, completou o diretor. Já a UFRJ tem o SustLab RJ, centro de pesquisa voltado para projetos de gerenciamento e uso de CO2 e sustentabilidade. Os primeiros 16 projetos se dividem entre iniciativas para descarbonização e Laboratório de Energia e Sistemas Fotovoltaicos (LESF-M), no Cepetro, da Unicamp LESF-M

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