26 Brasil Energia, nº 491, 25 de fevereiro de 2025 HIDRELÉTRICAS, ÁGUA E SUSTENTABILIDADE O Leilão de Energia Nova A-5, previsto para agosto deste ano, está sendo considerado decisivo para a indústria fornecedora de equipamentos para PCHs e CGHs. Do leilão podem participar tanto CGHs, PCHs e UHEs com potência igual ou inferior a 50MW, como também projetos para ampliação de usinas já existentes com potência igual ou inferior a 50MW. Desde 2021, a média de contratação nos leilões realizados está declinante. Naquele ano foram contratados 334 MW médios em dois leilões. No ano seguinte (2022) foram 238 MW médios contratados em apenas um leilão. E nos anos de 2023 e 2024 nada foi contratado. Agora, a expectativa é enorme e envolve, inclusive, o futuro dessa indústria. “Considerando esse histórico recente, aliado à ampliação da abertura de mercado e ao avanço expressivo da energia solar na Geração Distribuída, a expectativa é de que a demanda no próximo leilão se mantenha em patamares reduzidos”, avalia Augusto Machado, presidente do Sindicato Intermunicipal das Empresas de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia do Estado de Minas Gerais (SinGTD). “Assim, é provável que o volume contratado fique próximo ou até mesmo abaixo de 100 MW médios. Se isso ocorrer, o resultado deste leilão não será bom”. Sustentabilidade da cadeia produtiva das UHE de pequeno porte Leilão A-5 deve recuperar demanda zerada há dois anos para equipamentos de PCHs, CGHs e UHEs de até 50 MW. Mas os produtores independentes tem sido bons clientes | POR LIANA VERDINI | PCH Martins, em MInas Gerais: PCHs e CGHs poderão participar do leilão de energia nova em agosto Continue lendo essa reportagem em: brasilenergia/hidreletricas-agua-e-sustentabilidade/os-leiloes-e-seus-efeitos-na-cadeia- -produtiva Foto: Cemig
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