e-revista Brasil Energia 491

56 Brasil Energia, nº 490, 28 de janeiro de 2025 AÇÕES EM TRANSIÇÃO ENERGÉTICA Para manter índices de emissões de gases de efeito estufa inferiores aos de seus pares em outros países, a indústria brasileira de alumínio vem se valendo principalmente do uso de fontes renováveis de energia, na substituição de combustíveis fósseis, e da reciclagem da sucata de alumínio. A Abal, associação do setor, garante que as emissões de gases de efeito estufa da indústria brasileira são 3,3 vezes menores que a média mundial do setor. De acordo com Janaina Donas, presidente da Abal, a indústria brasileira de alumínio vem investindo em iniciativas que impulsionam a redução de suas emissões setoriais. Ela explica que as iniciativas adotadas para reduzir o uso de fontes fósseis são: uso intensivo e exclusivo da biomassa nas caldeiras, melhorando a qualidade e realizando a substituição em 100% do uso do GLP; eletrificação das caldeiras ou uso de biomassa; aumento da eficiência energética e substituição de combustíveis fósseis por renováveis (etanol, biodiesel, diesel sintético, etc); uso de biogás ou biometano nos calcinadores de alumina; parcerias para fornecimento e uso de energia solar e eólica; e melhorias no processo utilizando inteligência artificial ou outras tecnologias para reduzir consumo específico dos combustíveis ou aumentar produtividade. (E.M.) Continue lendo essa reportagem em: brasilenergia/acoes-em-transicao-energetica/ industria-de-aluminio-faz-a-transicao-com-reciclagem-e-eficiencia CBA instalou forno que elevou de 75 mil para 90 mil t/ano a capacidade de transformação de sucata da controlada Metalex Indústria de alumínio faz a Transição com reciclagem e eficiência Renováveis garantem ao alumínio brasileiro emissões de gases de efeito estufa 3,3 vezes menores que a média global, segundo a associação do setor. E como a indústria é eletrointensiva, cada ponto ganho em eficiência abate Foto: Divulgação

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