e-revista Brasil Energia 491

Brasil Energia, nº 490, 28 de janeiro de 2025 57 A Unicamp está se preparando para sediar, no curto prazo, uma unidade de produção de protótipos de células a combustível a etanol, dando um passo à frente nesse segmento. Pesquisas desenvolvidas com a tecnologia SOFC de células a combustível nos últimos três anos deverão permitir que a universidade possa oferecer, até 2026, a infraestrutura e o conhecimento para o desenvolvimento dos protótipos de células a combustível a etanol para montadoras e outros segmentos da indústria automobilística. De acordo com Gustavo Doubek, professor associado da Faculdade de Engenharia Química da Unicamp, a unidade será resultado de duas pesquisas desenvolvidas nos últimos três anos na universidade. “A ideia desses projetos era permitir a implementação de uma manufatura-piloto para essas células a combustível, uma infraestrutura que não existe ainda no país”, afirma Doubek. As pesquisas, que contaram com a participação de montadoras e empresas do setor automobilístico, foram custeadas por financiamentos que somam R$ 11,5 milhões do antigo programa Rota 2030, que foi transformado posteriormente no Programa Mover, dedicado a estimular o desenvolvimento de novas tecnologias na área de logística e mobilidade. (E.M.) Continue lendo essa reportagem em: brasilenergia/acoes-em-transicao-energetica/ da-unicamp-vem-a-celula-a-combustivel-brasileira-a-etanol Da Unicamp vem a célula a combustível brasileira, a etanol Tecnologia pode ser um divisor de águas para a mobilidade elétrica brasileira. Ao invés de baterias, com inúmeros problemas já conhecidos, o carro elétrico brasileiro poderia se abastecer em qualquer posto com reformador que transforma etanol em energia elétrica Protótipo com tecnologia SOFC da Nissan, empresa que participou da primeira fase da pesquisa da Unicam. Segunda fase deve ser implementada em 2025 Foto: Divulgação

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