e-revista Brasil Energia 494

34 Brasil Energia, nº 494, 27 de maio de 2025 termelétricas nas projetadas para queimar gás como combustível principal. A primeira destas unidades geradoras entrou em operação em dezembro de 2004, disponibilizando ao sistema elétrico nacional mais 175 MW. A segunda unidade similar (175 MW) foi disponibilizada em 2010. Depois disso, foi feita a implantação do fechamento do Ciclo Combinado, com fornecimento de duas novas caldeiras de recuperação de calor, com o reaproveitamento do calor dos gases de escape das turbinas a gás, nova turbina vapor, novo gerador e novos sistemas auxiliares mecânicos e elétricos, acrescentando mais 175MW de potência ao sistema elétrico nacional. Aumento na matriz elétrica O Plano Nacional de Energia 2030 da EPE constata que o gás foi a fonte primária de energia cujo uso teve maior crescimento na matriz energética brasileira desde o final dos anos 1980. O Plano Decenal 2034 prevê crescimento das UTEs a gás à taxa de 4,4% anuais. Já a capacidade termelétrica total, que em 2024 participava com cerca de 10% da matriz elétrica brasileira (24,1 GW), dentro de 10 anos deverá alcançar 12% (37,4 GW). Esse acréscimo inclui no Cenário de Referência 8.000 MW de expansão compulsória de termelétricas inflexíveis e aproximadamente 11.000 MW de usinas sem níveis mínimos de inflexibilidade. n Esta matéria é parte integrante da Série Especial “Termelétricas e Segurança Energética”, produzida pela Brasil Energia com o apoio de Termelétrica GNA II, em final de construção no Porto do Açu, vai adicionar 1,7 GW de potência ainda em 2025 Foto: Divulgação/GNA

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