e-revista Brasil Energia 494

86 Brasil Energia, nº 494, 27 de maio de 2025 Especial OTC 2025 A indústria de petróleo e gás precisará atender às demandas energéticas do mundo por um período mais longo e tem como grande desafio reduzir suas emissões de CO2 e seus custos, a fim de contribuir para a mitigação dos problemas ambientais, enquanto a transição energética avança. Esse foi o principal fator evidenciado na OTC 2025, na avaliação do presidente do IBP, Roberto Ardenghy. A entidade liderou a representação institucional de uma das mais importantes delegações empresariais, que incluiu a maior contratante offshore do mundo, a Petrobras. Em entrevista concedida à Brasil Energia, Roberto Ardenghy fez um balanço do evento, 15% maior que a dos anos anteriores. Ele destacou que este foi um ano importante para o Brasil na conferência, pois permitiu expandir a interface com empresas de diversas partes do mundo. Veja a entrevista a seguir. Como avalia a participação do Brasil nesta OTC? De que forma os debates podem beneficiar o setor de O&G brasileiro? Este foi um ano muito importante para o Brasil na OTC, com um aumento de 15% na participação em relação aos anos anteriores e quase mil pessoas presentes – talvez a maior participação estrangeira até hoje. Empresas brasileiras se prepararam o ano inteiro para essa conferência importante. Muitos profissionais brasileiros participaram de painéis técnicos, e as empresas brasileiras puderam se reunir e discutir a expansão de relações comerciais com outras companhias presentes no evento. Encontros paralelos mobilizam negócios O contingente de brasileiros chegou a quase mil executivos e técnicos, participantes de painéis ou de apresentações de trabalhos | POR WALTER COLTON | Foto: Divulgação IBP O presidente do IBP, Roberto Ardenghy, na reunião da indústria naval com a Petrobras, em Houston

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