e-revista Brasil Energia 495

bilhões. A intenção é expandir a capacidade de geração termelétrica chegando a 6,4 GW de capacidade instalada, com o desenvolvimento de novas usinas. Segundo Delfosse, a GNA já possui licença ambiental para 3,4 GW adicionais no Porto do Açu. Além da GNA II, outra usina de grande porte prevista para entrar em operação ainda este ano é a Novo Tempo Barcarena. A termelétrica a gás natural, produzido no terminal de GNL de Barcarena, terá uma turbina a gás com capacidade instalada de 629 MW. A construção da usina também inclui uma linha de transmissão de aproximadamente cinco quilômetros para ligar a UTE ao SIN. Essa usina faz parte do Complexo Termelétrico Barcarena, empreendimento do grupo New Fortress Energy que cria um polo de importação, armazenagem e escoamento de GNL no Porto de Vila do Conde, em Barcarena, às margens da Baía de Marajó. Além de gerar energia para o SIN, a NFE vai fornecer gás para grandes consumidores locais que, atualmente, operam com diesel, viabilizando também a operação da distribuidora Gás do Pará. Há ainda outros grandes projetos previstos para entrarem em operação no segundo semestre de 2026 que também podem ser antecipados, conforme autorização do CMSE. É o caso de Portocém I, também no Pará, e Azulão, no Amazonas, operados também a GN. Somente estas duas usinas colocarão no mercado mais 2 GW de energia elétrica. No total, o sistema da Aneel contabiliza 2.299 MW de potência nova termelétriParque térmico GNA: prevista para operar somente em agosto, a UTE GNA II, a maior a gás natural do país, entrou em atividade dois meses antes do previsto, ampliando a capacidade total do parque para 3 GW Foto: Divulgação/GNA 56 Brasil Energia, nº 495, 30 de junho de 2025 termelétricas

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