56 Brasil Energia, nº 496, 24 de julho de 2025 termelétricas Segurança energética em 26 estados e no DF O estado do Rio de Janeiro é o maior gerador e usa principalmente o gás como fonte. São Paulo vem atrás e a biomassa alimenta 72% de sua geração térmica. Neste artigo, veja como se distribuem as mais de 3.000 termelétricas do país em todas as cinco regiões | POR LIANA VERDINI | O Rio de Janeiro acaba de saltar à frente de São Paulo na capacidade de geração de energia termelétrica no Brasil. A entrada em operação no final de maio da GNA II no Porto do Açu, no município fluminense de São João da Barra, com capacidade instalada de 1,7 GW, destronou do ranking o estado vizinho. São Paulo tem 937 UHE, quase seis vezes mais do que as 157 existentes no estado do Rio de Janeiro. No entanto, ainda assim, o RJ tem maior capacidade instalada. Na conta não entram as duas UTNs de Angra 1 e Angra 2, com capacidade somada de 2 GW, que a Aneel classifica em separado. A grande diferença entre Rio de Janeiro e São Paulo está no perfil de suas economias. Enquanto o Rio de Janeiro utiliza combustível fóssil em 150 de suas 157 usinas, principalmente a gás, devido à força da indústria de petróleo e gás na região, São Paulo gera majoritariamente termeletricidade a partir da biomassa. Das 937 usinas térmicas no estado, 698 são movidas a combustível fóssil, que juntas produzem 2,7 GW. As outras 239
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