e-revista Brasil Energia 496

Brasil Energia, nº 496, 24 de julho de 2025 59 É o caso da segunda maior usina termelétrica no Brasil, a Porto Sergipe I, da Eneva, com capacidade de geração de 1,5 GW. Movida por três turbinas a gás e uma turbina a vapor, em ciclo combinado, esta usina é alimentada por GNL embarcado e futuramente poderá ser abastecida pelo gás, quando a Petrobras conseguir desenvolver os reservatórios descobertos em águas profundas sergipanas. Porto Sergipe I está conectada por uma LT de 33 km à subestação de Jardim, em Nossa Senhora do Socorro (SE). A geração da usina pode atender 16 milhões de pessoas, 15% da demanda de energia da Região Nordeste e 8 vezes mais à de toda a população do estado onde está localizada. No país, o grande conglomerado térmico é mesmo o Gás Natural Açu (GNA), em São João da Barra, no Rio de Janeiro. O empreendimento é composto por duas termelétricas em ciclo combinado com 3 GW de capacidade instalada. A GNA I, em operação desde 2021, e a GNA II, recém tornada operacional, têm capacidade para gerar energia para 14 milhões de residências, ou 56 milhões de consumidores se adotada a relação de 4 pessoas por residência. Ou seja, um quarto da população brasileira. Com essa capacidade, as duas GNA garantem suprimento em caso emergencial para o consumo residencial dos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. E assim como a UTE sergipana, am-

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