e-revista Brasil Energia 497

16 Brasil Energia, nº 497, 25 de agosto de 2025 cidades Além dos PPPs, que são encampados individualmente por cada município, os consórcios intermunicipais, que começaram lentos, são atualmente um “instituto bastante interessante”, segundo Iacovino, especialmente para municípios menores. Nesses casos, em vez de uma cidade sozinha avançar na modelagem, os projetos envolvem mais de um município. Salto nos consórcios intermunicipais Existem hoje 81 consórcios já constituídos no Brasil e 47 projetos de iluminação pública em desenvolvimento, envolvendo um total de 431 cidades. É um número de destaque, uma vez que as primeiras inciativas do tipo aconteceram no Sul de Minas, com consórcios englobando 31 cidades em 2022. “Há uma expectativa de um “salto no mercado” de consórcios, especialmente com o envolvimento de cidades menores, que individualmente teriam dificuldade em estruturar projetos complexos”, prevê o presidente da Abcip. A melhor estruturação de projetos, aliás, é um dos fatores que influencia o crescimento dos arranjos de concessões, incluindo os consórcios. Boa parte desse crescimento é atribuído à participação de grandes estruturadores públicos, como BNDES e Caixa, juntamente com empresas privadas e fundações. BNDES e da Caixa orientaram sua estratégia para reverter a baixa adesão inicial aos projetos de PPP, corrigindo as modelagens falhas e oferecendo investimentos. O anuário da Abcip mostra, Mapa do consórcio Cisamavi, que reúne 28 municípios do Alto Vale do Itajaí (SC) Imagem do site da Cisamavi

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