e-revista Brasil Energia 498

Brasil Energia, nº 498, 25 de setembro de 2025 31 Quase 25% da geração firme no estado vem de UTEs a bagaço e palha de cana, licor negro celulósico e resíduos de florestas energéticas (plantadas). E o estado pleiteia abrigar data centers com essa energia renovável garantida | POR EUGÊNIO MELLONI | O Mato Grosso do Sul galgou, no primeiro semestre deste ano, uma importante posição no ranking da geração de energia elétrica a partir da queima da biomassa. O estado atingiu a marca de 2.439 MW de capacidade instalada em geração com biomassa, passando à segunda posição nesse ranking, que até então pertencia a Minas Gerais (com 2.186 MW). Com isso, o Mato Grosso do Sul está agora atrás apenas de São Paulo, líder isolado na produção de bioeletricidade, com um parque de 6.995 MW de capacidade. O acréscimo de potência reforçou atributos do parque gerador de energia do Mato Grosso do Sul no que se refere à segurança e à transição energética. A oferta de energia firme elevou-se a uma participação de cerca de 87% da potência instalada total do estado, de 9.843 (MW). A geração com biomassa passou a representar pouco mais de 24,3% desse total, somando-se à geração de

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