56 Brasil Energia, nº 499, 27 de outubro de 2025 óleo e gás Indígena. Exigimos a revisão urgente desta autorização, pois a Amazônia e seus povos não podem pagar a conta de uma destruição que não é nossa”, apontou o coordenador-executivo da Apib, Kleber Karipuna. O segundo ponto levantado foi que há falhas de modelagem que põem em risco a biodiversidade. Segundo as organizações, a Petrobras deveria apresentar um estudo de modelagem que apontasse o que aconteceria com o óleo em caso de acidente, além de um plano de emergência para conter o vazamento. O argumento é que o modelo usado pela petrolífera não considera as características da região, como o comportamento de correntes subsuperficiais, a presença de sedimentos na coluna d’água, entre outros fatores. A última crítica é que o licenciamento ignorou os impactos climáticos do projeto. A visão dos ambientalistas é que a abertura de uma nova fronteira exploratória do petróleo na Margem Equatorial do Amapá implica no aumento da produção de combustíveis fósseis, que, por sua vez, vai elevar as emissões de gases de efeito estufa no país e no mundo, num cenário de crise climática. n For further information Visit dof.com
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