e-revista Brasil Energia 499

92 Brasil Energia, nº 499, 27 de outubro de 2025 tecnologia rá definir como os dados importantes para o setor elétrico devem ser tratados. O segundo pilar envolve infraestrutura robusta, uma exigência da IA, o que significa a demanda por data centers e sistemas de processamento complexos. A mão de obra fecha o tripé de exigências, sendo necessário treinar ou contratar especialistas. “Um processo que não deve ser barato, já que esses profissionais não são facilmente disponíveis”, finaliza Wajsman. IA na América do Norte e Europa O relatório da UTC América Latina traz informações também de outras duas regiões, indicando que na América do Norte o foco está na autonomia operacional e otimização de infraestrutura crítica sob as normas de cibersegurança. Na Europa, a IA tem sido mais usada na autonomia regulada e na transição energética. Um exemplo norte-americano é o agente de orquestração de operações, que gerencia fluxos interdepartamentais complexos, como corte/religação, inspeções e atualização cadastral, com base em regras comerciais e condições operacionais em tempo real. Nas concessionárias europeias, a IA tem sido impulsionada pelo balanceamento de rede em tempo real, principalmente pelos recursos energéticos distribuídos (DERs), além do uso na previsão de geração renovável. n Esta matéria é parte integrante da Série Especial “Novos Modelos e Tecnologias em Energia”, produzida pela Brasil Energia com o apoio de No ONS, nova ferramenta - Tecnologia de Inteligência Artificial Generativa – possibilita que as interações com a IA facilitem a tomada de decisões Foto: Divulgação

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