e-revista Brasil Energia 500

Brasil Energia, nº 500, 11 de dezembro de 2025 121 Conteúdo oferecido por A ANP registrou em 2024 zero fatalidades em operações onshore e offshore. O resultado integra o monitoramento dos indicadores reativos, que avaliam ocorrências após falhas de segurança. Segundo a superintendente de Segurança Operacional, Daniela Goñi, também houve redução no índialterar significativamente a estrutura do mercado local. Além de Periquito, a ATE aguarda a licença para perfuração no campo de Concriz, que já possui estudos ambientais aprovados. A companhia prevê iniciar o desenvolvimento da área em 2026, com a perfuração de três a quatro poços. Segundo Carvalho, dados de dois poços perfurados há cerca de 15 anos indicam potencial relevante para operação em terra. A empresa tem buscado verticalizar as atividades de perfuração terrestre por meio de sua própria sonda, considerada estratégica para manter o cronograma operacional. Outros serviços especializados continuam sendo contratados no mercado local, que, segundo Carvalho, dispõe de fornecedores experientes. Sobre as negociações com a Petro-Victory, Carvalho afirma que a parceria atual no campo de Andorinha segue em andamento, mas a possibilidade de fusão ou aquisição da empresa permanece indefinida. A capitalização da ATE não atingiu o valor necessário para a operação, e as partes buscam alternativas para viabilizar a transação. As discussões devem avançar até o primeiro trimestre de 2026. A ATE também está em fase final de assumir integralmente os polos Barrinha e Porto Carão, adquiridos da Brava Energia. As obras de adequação devem ser concluídas até o fim de fevereiro, permitindo a cessão da operação pela ANP. A companhia planeja reativar cerca de 55 poços atualmente parados, elevando a produção dos atuais 250 barris/dia para 600 a 700 barris/dia no prazo de três a quatro meses após a transferência. Para 2026, a empresa prevê investimentos entre US$ 8 milhões e US$ 10 milhões, incluindo perfuração de cinco a seis poços, aportes nos ativos da Brava e custos relacionados a aquisições e desenvolvimento de projetos. Segundo Carvalho, o plano marca a fase mais intensa de expansão da companhia desde a aquisição dos ativos da Phoenix. Ivan Carvalho, presidente da Azevedo & Travassos Energia, informou sobre os planos da empresa para a exploração em seus ativos na Bacia Potiguar, como estão as conversas com a Petro-Victory Energy e sobre os polos Barrinha e Porto Carão. ASSISTA a vídeo-entrevista ANP anuncia zero fatalidades em operações onshore e offshore em 2024

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