Brasil Energia, nº 500, 11 de dezembro de 2025 29 também com a GNA I, de 1.300 MW, formando o atual maior complexo termelétrico do país. Por contrato, segundo informação da empresa, ela opera com inflexibilidade de 100% de julho a novembro, funcionando como acontece o ano todo com as usinas termonucleares. Já a UTE GNA I, que opera segundo a demanda do Operador, gerou no período somente 6,83 MWmed, sendo 26 em maio e 15 MWmed em junho, ficando com geração zero a partir do dia 03/06, após ter produzido 450 MWmed no dia anterior. A UTE Mauá III, segunda colocada na produção térmica dos seis meses mais críticos do período seco, possui 591 MW de capacidade instalada. A usina entrou em operação em janeiro de 2019 e é movida a gás natural, sendo parte do abastecimento da Região Metropolitana de Manaus. No ano passado seu controle passou da Axia (ex-Eletrobras) para a Âmbar Energia, do grupo J&F. O pico de geração da usina no período foi de 565 MWmed, no dia 08 de outubro. Seu acionamento é por ordem de mérito. A terceira térmica mais demandada de maio a outubro deste ano, segundo os números históricos do ONS foi a UTE Maranhão III, com uma geração de 409 MWmed. A usina pertence à Eneva e está localizada no chamado Complexo Parnaíba, no município de Santo Antônio do Lopes, Maranhão, formado por seis
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