e-revista Brasil Energia 502

Brasil Energia, nº 502, 30 de abril de 2026 77 Conteúdo oferecido por A Petrobras vai investir US$ 500 milhões no Amazonas, recursos aprovados o Plano de Negócios 2026-2030 da companhia, com foco no aumento da produção de petróleo e gás e descarbonização da matriz energética do estado, que incluem a perfuração de aproximadamente 22 poços de desenvolvimento da produção em Urucu e a ampliação do fornecimento de gás, com a comercialização de GNL em pequena escala na região. A informação foi anunciada pelo gerente executivo de Terra e Águas Rasas da Petrobras, Stênio Galvão, em apresentação no primeiro dia do Amazonas Óleo, Gás & Energia – Expo e Conferência 2026A, que acontece em Manaus, no Centro de Convenções Vasco Vasques. Em entrevista à Brasil Energia, o executivo destacou a busca por eficiência operacional e redução de emissões de carbono nas atividades da Petrobras no Amazonas. Principais trechos da entrevista: • Perfuração de novos poços: O investimento contempla a perfuração de cerca de 22 poços de desenvolvimento. Além disso, a empresa busca novas áreas exploratórias e tem a perspectiva de perfurar um poço exploratório no início de 2027; • Eficiência Operacional e Descarbonização: As operações estão focadas em reduzir a emissão e a pegada de carbono por meio de maior eficiência operacional e uso de equipamentos mais modernos. A eficiência da Petrobras no Amazonas subiu sete pontos percentuais no ano, representando o melhor resultado de E&P da companhia; Segundo o gerente executivo de Terra e Águas Rasas da empresa, Stênio Galvão, os recursos aprovados no Plano de Negócios 2026-2030 para a região incluem a perfuração de 22 poços em Urucu e comercialização GNL small scale da produção do campo ASSISTA a vídeo-entrevista Petrobras investirá US$ 500 milhões no Amazonas, com foco em Urucu pectativa é que parcerias e transferências de tecnologia tragam paulatinamente o ciclo produtivo para o país; • Desafios regulatórios, tributários e o sinal de preço: O crescimento exponencial do armazenamento esbarra em desafios fundamentais. O primeiro é regulatório, aguardando a permissão final da Aneel. Na sequência, Lima destaca a necessidade de redução da carga tributária, acesso a financiamentos (como debêntures incentivadas) e, principalmente, um sinal econômico mais claro, para que o consumidor perceba e valorize o real custo da energia no horário de ponta.

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