54 Brasil Energia, nº 503, 9 de junho de 2026 série AMAZÔNIA & ENERGIA ko em Caiambé, localidade amazonense atendida por um projeto piloto de P&D da Aneel que serviu de guia para as propostas da Aggreko ao Pró-Amazônia Legal. “Em Caiambé, a configuração foi dimensionada de forma híbrida e otimizada. Combinamos 1,4 MW de capacidade térmica a um parque solar de 373 kWp e um sistema BESS (baterias) de 1 MW / 500 kWh”, detalhou Saito. Por trás do sistema de painéis solares e baterias, há também um “operador” que os coordena. “A Aggreko atua como a integradora oficial do projeto de 6 MW, com capacidade de expansão modular até 20 MW. Para esse sistema, a empresa desenvolveu um software proprietário de gerenciamento de energia (EMS - Energy Management System)”. Pelo impacto socioeconômico e ambiental de seu projeto na Amazônia, a companhia enxerga o modelo como uma vitrine global: “O aprendizado tecnológico de microrredes que desenvolvemos na floresta tropical será exportado para aplicações de missões críticas em outros continentes, atendendo setores como mineração isolada, agricultura de grande porte e ilhas remotas que buscam se descarbonizar com segurança e previsibilidade financeira”.n Sistema híbrido da Aggreko em Caiambé (AM), piloto de P&D da Aneel, servirá de guia para as propostas da empresa do Pró-Amazônia Legal Foto: Divultação/Aggreko
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