e-revista Brasil Energia 504

Brasil Energia, nº 504, 30 de junho de 2026 15 tabilidade. Nesse sentido, há iniciativas de eletrificação offshore, monitoramento ambiental com satélites, drones e IA, além de soluções voltadas à captura, utilização e mitigação de emissões de carbono. Cezar Augusto Siqueira, gerente-geral de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Desenvolvimento da Produção do Cenpes / Petrobras, aponta como uma das grandes provações da indústria o desenvolvimento de reservatórios de alta pressão e temperatura e fluidos com elevados teores de contaminantes, como CO2. “Além disso, em regiões ainda sem infraestrutura instalada, como algumas áreas da Margem Equatorial, será necessário desenvolver toda a logística e estrutura de suporte à produção”, frisou. Para enfrentar esse cenário, a companhia aposta no desenvolvimento de novas tecnologias de processamento e eletrificação submarinos. Outra frente envolve sistemas de bombeamento multifásico de alta potência, capazes de transportar óleo, gás e água por longas distâncias e viabilizar a produção de campos menores e mais afastados das plataformas existentes. A descarbonização também figura entre as prioridades tecnológicas. De acordo com Siqueira, a Petrobras estuda projetos de plataformas alimentadas por Separador submarino de óleo e gás desenvolvido pela Petrobras, Hisep está sendo construído pela TechnipFMC para ser instalado no campo de Mero Imagem: TechnipFMC

RkJQdWJsaXNoZXIy NDExNzM=