e-revista Brasil Energia 505

Brasil Energia, nº 505, 31 de julho de 2026 17 Empresas encaram que a exploração ainda tem riscos operacionais enquanto especialistas mostram que os desafios esbarram na segurança jurídica e na baixa atividade exploratória | POR FERNANDA LEGEY | Em um longo período de 28 anos, entre 1998 e 2025, os dados levantados nos sistemas da ANP indicam que a exploração onshore no Brasil registrou atividades em 14 bacias e teve 866 poços exploratórios perfurados. Considerando estes poços e as 502 descobertas já notificadas à agência, a Brasil Energia calculou uma taxa média de aproveitamento de 57,96%, índice muito próximo ao registrado no offshore, de 59,84%, com 929 poços e 556 descobertas. Com base nesses números e outros indicadores disponíveis no sistema da agência, a reportagem foi ao mercado para apurar os riscos e projeções de operadores e investidores. Cinco bacias têm destaque no aproveitamento das descobertas: a do Espírito Santo (74,14%), a do Amazonas (70,9%), Parnaíba (58,7%), Recôncavo (54,10%) e Potiguar (52,10%). No cômÁrea da Alvopetro na Bahia: empresa planejou perfurar cinco poços em Caburé em 2025 e um em Murucututu em 2026

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