e-revista Brasil Energia 505

18 Brasil Energia, nº 505, 31 de julho de 2026 Especial de Capa Negócios no Onshore puto geral, vale ressaltar que, das 502 descobertas notificadas, 345 foram de poços pioneiros, 102 em poços de extensão, 52 poços pioneiros adjacentes e 3 poços exploratórios para prospecto mais profundo. A Bacia do Parnaíba contém a descoberta mais recente, em dezembro de 2025. A Eneva opera o bloco que resultou nesta descoberta, o PN-T-102A. Uma taxa positiva também foi percebida no Amazonas, em que 10 dos 12 poços perfurados tiveram notificação. Contudo, essas taxas podem ser interpretadas como um baixo risco para a exploração nas regiões? A Eneva entende que, no caso de Amazonas, a taxa confirma o potencial exploratório e os resultados adquiridos ajudam ao aumentar o conhecimento geológico da bacia e para reduzir algumas incertezas “em algum elemento ou processo do sistema petrolífero”, respondeu a companhia à consulta feita pela Brasil Energia. Mas alerta que, por natureza, a atividade exploratória envolve risco geológico e cada prospecto possui uma chance de sucesso individual. Logo, o ideal é não extrapolar os resultados obtidos em determinado prospecto para toda a região. Na Bacia Potiguar, a Brava Energia, que opera nove blocos exploratórios, destacou que a taxa de aproveitamento na bacia comprova um sistema atestado e com um risco geológico “bastante mitigado”. Neste caso, segundo a companhia, os riscos são transferidos do campo geológico para o campo operacional e de engenharia. O desafio em solução na região é o “desenvolvimento de um modelo operacional que viabilize a Exploração da Eneva na Bacia do Parnaíba, onde está a descoberta mais recente da empresa Foto: Divulgação/Eneva

RkJQdWJsaXNoZXIy NDExNzM=